Continuando o post anterior.Alguns jornais e políticos já começam a falar em atitudes globais para conter a crise. A revista Newsweek publicou há quase um mês um artigo de Jeffrey E. Garten, professor de comércio internacional e finanças da universidade de Yale, onde ele procura justificar a necessidade da criação de um "Banco do Mundo".
Até mesmo para um leigo como eu, a idéia parece bem coerente e, diria até, necessária.
A questão é: desde que a humanidade é humanidade, o poder econômico impõe o poder político. Ou seja, um sistema finaceiro global levaria a um governo global.
Para muitos especialistas, a idéia de um governo global é irreal. Contudo, considerando o cenário atual, e as grandes e rápidas mudanças que estamos presenciando, algo irreal pode se tornar uma necessidade em pouco tempo.
Na verdade, a idéia de um governo global não é nova e encontra raízes já milenares. Mas foi no século 19 que começou-se a considera-la em meios acadêmicos, influenciados, decerto, por conceitos humanistas e positivistas. O que há de diferente agora é a possível e concreta necessidade de que isto ocorra.
Hoje, em tempos de pós-modernidade, há também manifestações que chagam a ser engraçadas, de tão surreais, como é o caso deste site aqui. Mas não se enganem. Não devemos encarar coisas como estas como algo a se ridicularizar. Por mais absurdas que sejam as idéias propagadas por sites como este, há algo muito sério aí. Não digo que devemos ficar preocupados com isso, de forma alguma, afirmo apenas que devemos estar atentos para o significado não só de sites como este, mas toda a conjuntura do que estamos vivendo à luz da Bíblia.
Agora chagamos ao centro da questão.
Sejam acadêmicos ou esotéricos, a ideologia por trás dessa idéia de um governo global é a mesma. Falar de paz, união entre os povos, uma única religião, etc., casa perfeitamente com a sociedade que viverá o período da chamada Grande Tribulação, descrita em várias passagens bíblicas, como se pode ver aqui, com destaque em Mateus 24.
Para quem ainda não sabe, a Bíblia descreve o mundo no período de sete anos que antecede a volta de Cristo como uma grande civilização global, tanto em termos econômicos quanto políticos. A figura central desta época será o Anticristo, um líder mundial que trará uma aparente paz e prosperidade ao mundo. O marco disto será um acordo de paz com Israel. Entretanto, na metade deste período, o pacto será quebrado e este líder será desmascarado. Daí segue-se um período de trevas, como nunca se viu, que só acabará com a tão esperada volta de Cristo à terra.
Eu não quero aqui parecer um profeta do apocalipse, mas nunca, nunca mesmo, vivemos um período na história tão propício para o cumprimento destas profecias. Há sérios homens de Deus que entendem desta forma. Agora, se isso se dará daqui há um, dez ou cinquenta anos, só Deus sabe. Contudo, do jeito que as coisas vãos, podemos supor que não demorará muito.
Diante do exposto, o que eu posso dizer é: MARANATA!
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